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Eurodeputado do PSD ouviu empresários, visitou empresa e revelou alargamento de apoio da UE
SECTOR DAS CUTELARIAS NA AGENDA DA POLÍTICA EUROPEIA

Autor: Teresa Ferreira em Quinta-feira, 4 Fevereiro 2010Sem Comentários

- no encontro promovido pela Junta de Freguesia das Taipas, perante queixas dos empresários de cutelaria, José Manuel Fernandes apelou ao Governo para combater burocraciaA Comissão Europeia (CE) admite promover o aumento das taxas de co-financiamento dos projectos aprovados no âmbito do Programa Operacional Factores de Competitividade do QREN, face ao reconhecimento das baixas taxas de execução apresentadas actualmente por Portugal.
A revelação foi feita na passada sexta-feira, pelo eurodeputado José Manuel Fernandes, durante um encontro com empresários do sector da cutelaria do Vale do Ave, realizado nas Taipas.
Respondendo ao convite da Junta de Freguesia de Caldelas, liderada por Constantino Veiga, o eurodeputado participou numa conferência onde juntamente com os empresários do sector, foi discutida a importância das cutelarias para a dinamização económica e de emprego da região taipense.
Aproveitando a presença de José Manuel Fernandes, os empresários queixaram-se da burocracia que constitui o acesso aos fundos dos programas comunitários. Uma realidade que o eurodeputado lamentou, considerando que esta postura do Governo, em tardar na tomada de medidas para promover o aumento da execução dos programas comunitários, “está a impedir a injecção de capital na economia portuguesa, num período de grave crise económica e em que as contas do Estado não vão permitir espaço para apoios nacionais”.
Nesse contexto, José Manuel Fernandes salientou a posição da Comissão Europeia, que vai ao encontro da proposta avançada pelo eurodeputado já no início deste ano quando, na Associação Industrial do Minho (AIM), recomendou ao governo português que “aumente a taxa de co-financiamento dos programas comunitários, de modo a ultrapassar a escassez de meios financeiros de agentes públicos e privados e a melhorar as péssimas taxas de execução dos fundos comunitários”.

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